Lancha Poveira

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DIA NACIONAL DO MAR - Póvoa de Varzim

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O Dia Nacional do Mar é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997. Um ano mais tarde, em 1998, o dia 16 de Novembro foi institucionalizado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 83/1998, de 10 de Julho, como o Dia Nacional do Mar.

No âmbito do Dia Nacional do Mar, a nível local, serão promovidas algumas iniciativas, abrangendo vários eixos de programação, dirigidos a diferentes público-alvo, no sentido de reforçar as raízes culturais marítimas, aproximando a ligação passada, presente e futura de Portugal ao Mar, no contexto do património marítimo poveiro.

- O MAR em versos
Leituras Alcino Santos
Guitarra José Peixoto
14 de Novembro, sexta-feira, 15h
Biblioteca Municipal Rocha Peixoto - Póvoa de Varzim

“O mar em versos” navegado, não é mais que uma viagem pelos mares da aventura e do medo, mar português, poveiro, universal. António Gedeão, Ary dos Santos, Eugénio de Andrade, José Régio, Luísa Dacosta, Manuel Alegre, Miguel Torga, Sofia de Mello Breyner, são os poetas que oferecem o mar dos seus poemas para que em onda sonora criada pela guitarra de José Peixoto, possam navegar na voz de Alcino Santos.

- Conhecer o Mar - Mostra de livros
14, 15, 16 de Novembro
Diana-Bar

- Conferência "Os desafios do Mar"
Dr. Miguel Marques, Partner da PwC
17 de Novembro, segunda-feira,  18h
Biblioteca Municipal


 

4º Encontro RNCMeR e Dia Nacional do Mar em Esposende

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O Município de Esposende vai assumir a presidência da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios (RNCMR) Secção de Geografia dos Oceanos da Sociedade de Geografia de Lisboa, no biénio 2014/2016, tomando posse na Mesa desta Rede no Dia Nacional do Mar, 16 de novembro (Domingo).

Para assinalar o inicio desta presidência vai também realizar o 4º Encontro da RNCMR, desta feita dedicada ao inédito projeto de Lei –Libertação da Via da Água, que pretende um regime de excepção para as embarcações tradicionais portuguesas.

O Município de Esposende já trabalha internamente os assuntos do património e cultura em rede, através da Rede de Museus do Mar de Esposende (Museu Municipal de Esposende e Museu Marítimo de Esposende), criada em 2013 e que articula a difícil gestão de tutelas privadas e tutelas municipais. Neste âmbito o Município considera o oceano Atlântico e os rios Neiva e Cávado os verdadeiros motores económicos do concelho e assume a sua mais valia geoestratégica, histórica, cultural e social. Pretende que durante a sua vigência na presidência da RNCMR possa promover estas boas práticas também nas comunidades de concelhos vizinhos, estabelecendo pontes culturais, dinâmicas e inovadoras, em torno da cultura costeira e do património marítimo e naval.

A Jornada dedicada à “Libertação da Via da Água” é presidida pelo grande entusiasta da defesa e divulgação do património naval português, o Prof. Dr. Fernando Carvalho Rodrigues, ele próprio Arrais de uma embarcação Tradicional do Rio Tejo, e vai decorrer das 14.30h às 17.00h no Museu Marítimo de Esposende.

O Museu Marítimo de Esposende está  instalado na velha estação local de Socorros a Náufragos do ISN (Casa do Salva-vidas, 1906) junto ao rio Cávado, e é tutelado pela Associação Forum Esposendense, ela própria proprietária de uma das mais emblemáticas embarcações tradicionais do Norte de Portugal, a catraia de Esposende.

A Catraia de Esposende é uma catraia grande da tipologia poveira, oriunda da primitiva comunidade sardinheira de Esposende, que remonta ao séc. XVIII, e é uma réplica navegante da última catraia, extinta em 1959, de nome “Santa Maria dos Anjos”,  inaugurada por tradicional “bota-abaixo” em 19 de Agosto de 1993, com o mesmo nome da antecessora, e que tem sido a verdadeira embaixadora da cultura marítima e fluvial de Esposende, motivo para ser escolhida pela Direção de Filatelia dos Correios de Portugal para o carimbo comemorativo do Dia Nacional do Mar.

O Carimbo evocativo do Dia Nacional do Mar, por gentileza da Direção de Filatelia e da Sociedade de Geografia de Lisboa, será apresentado em Esposende, para filatelistas e publico em geral, no dia 16 de Novembro (domingo) no edifício dos Paços do Concelho do Município de Esposende, na Estação de Correios ad hoc que aí funcionará das 10.00h às 12.00h.

A inscrição é gratuita mas obrigatória.
Basta enviar resposta a este E-mail: museu.esposende@cm-esposende.pt  ou museumaritimo@forum-esposendense.pt ou ainda presidencia.rncmr@cm-esposende.pt

 

4º encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios

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Os Presidentes da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) e da Câmara Municipal de Esposende (CME) têm a honra de convidar V. Ex.ª e sua Ex.ma Família para participarem numa jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar de 2014 e no IV Encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios 2014 (Esposende), sob o tema “A Libertação da Via da Água”.

 

3º Encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios

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Rede dos Mares e Rios: encontro na Póvoa

A Biblioteca Municipal foi o local anfitrião do 3º Encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, no dia 30-05-2014.

Luís Diamantino, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Vereador do Pelouro da Cultura, abriu oficialmente os trabalhos que assinalaram o encerramento do período, de dois anos, em que o município da Póvoa de Varzim presidiu à Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios. “E o trabalho feito – que incluiu exposições, lançamento de livros, atividades do serviço educativo e uma quantidade apreciável de eventos, e que, entre 2012 e 2014, envolveu cerca de 5500 pessoas de todos os escalões etários”, afirmou o autarca.

“Somos internacionalmente conhecidos como um país de marinheiros, por efeito da ação daqueles que, sobretudo nos séculos XV e XVI. No mar nos mantivemos alguns séculos, ligando-nos às comunidades que dominávamos nos vários continentes e com as quais estabelecemos relações culturais a par de uma deficiente exploração comercial das riquezas aí produzidas, que pelo mar circulavam, animando o comércio internacional de que outros se aproveitaram mais que nós”.
Luís Diamantino lembrou que “a atividade pesqueira, na costa e ao largo, fez dos portugueses o povo que mais peixe consome em toda a União Europeia”. Sobre as vertentes locais que interessam à Rede Nacional, o Vice-Presidente sublinhou que “esta relação, naturalmente se concretiza de modo diferente, e com escalas diferentes, em cada um dos nossos municípios”.

“A entrada da nossa barra foi, ao longo dos séculos, medonha, tantos eram os naufrágios que ali ocorriam e que semeavam o luto e a dor na colmeia piscatória. Era uma relação de necessidade e de medo, a que a população, à falta de alternativas, se resignava. A construção do porto de pesca, em meados do século passado, veio suavizar e tornar mais próxima a relação do pescador (e, em geral, do poveiro) com o seu mar. A nova construção naval e a tecnologia nela aplicada ajudaram consideravelmente ao crescimento da segurança – quer na faina, quer na chegada a terra. Restava, ciclicamente, o assoreamento da barra e o reforço da segurança dos molhes, muito fustigados quando o mar lhes batia impiedosamente”, explicou Luís Diamantino.

Neste encontro foi ainda eleita a presidência da mesa para o biénio 2014-2016 - o Município de Esposende.

Veja a fotogaleria.
 

3º encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios

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3.º Encontro da
REDE NACIONAL DA CULTURA DOS MARES E DOS RIOS
Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, Póvoa de Varzim
30 de Maio de 2014, início às 14h30

INSCRIÇÃO ->

Convite (PDF) ->
Localização ->

CONVITE

Os Presidentes da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e da Sociedade de Geografia de Lisboa têm a honra de convidar V. Exa. e sua Exma. Família para participarem no 3.º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar, a realizar na Biblioteca Municipal “Rocha Peixoto” da Póvoa de Varzim (Rua Manuel Lopes) em 30 de Maio de 2014, com início às 14h00.

PROGRAMA

14h00 - Sessão de abertura pelo Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e pelo Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa

14h10 - Evocação do Prof Doutor Henrique Souto

14h15 - Conferência de abertura pelo Doutor Luís Martins

14h45 - "Culturas marítimas e demonstração do seu acesso público pela Web” pela Mestre Sara Vidal Maia

15h00 - Balanço da experiência de descentralização da RNCMR pelo Município da Póvoa de Varzim - intervenções do Almirante José Bastos Saldanha, representante da Sociedade de Geografia de Lisboa, e do Dr Luís Diamantino, Vice Presidente da Camara Municipal da Póvoa de Varzim. Moderador: Abel Coentrão, Jornalista do Público.

15h45 - Debate

16h00 - Intervalo

16h30 - Eleição da Presidência da RNCMR para o biénio 2014-2016

17h30 - Sessão de encerramento

 

 

 

3º encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios

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Vasques Calafate . personalidade e obra: conferência

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Conferência no Arquivo Municipal da Póvoa de Varzim
VASQUES CALAFATE - PERSONALIDADE E OBRA
Por Luís Adriano de Lemos Cesariny Calafate
19 de Junho 2013

É impossível separar a história da Póvoa de Varzim dos pescadores, do seu porto de pesca e das atividades relacionadas com a pesca, pois aqui existe uma das maiores colónias piscatórias do país com peso reconhecido na economia da cidade desde os primórdios da nacionalidade.
[...]
Ouço ainda a voz forte de meu Avô acompanhando a escrita ao ritmo das ondas em dias de tempestade como se todo o mar da Póvoa lhe entrasse pelo quarto transportando os fantasmas de náufragos que, desde criança, lhe atormentavam a existência...

Veja aqui o documento da conferência (pdf 127kb)

 

Exposição documental “Centenário do Naufrágio do Veronese: socorro prestado pelos poveiros”

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Exposição documental
“Centenário do Naufrágio do Veronese
socorro prestado pelos poveiros”

De 12 de Abril a 21 de Maio
Na Biblioteca Municipal

No âmbito do programa do Centenário do Naufrágio do navio inglês “Veronese”, iniciado no ano passado pela Associação Humanitária de Matosinhos e Leça da Palmeira (Bombeiros Voluntários), em colaboração com a Associação Cultural Amigos de Leça da Palmeira, a Biblioteca Municipal Rocha Peixoto vai inaugurar uma Exposição Documental centrada na estreita ligação dos poveiros a este naufrágio.

A inauguração e sessão evocativa terão lugar no próximo dia 12 de abril, sábado, pelas 16h00.

A exposição será constituída por painéis ilustrativos e documentação variada sobre o naufrágio, a operação de salvamento e a ação da tripulação do barco salva-vidas “Cego do Maio” nesta missão.

 

 

“Artes de Pesca: Pescadores, Normas, Objetos Instáveis”

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“Artes de Pesca: Pescadores, Normas, Objetos Instáveis”
– Inauguração, dia 3 de Abril, 18h30

O Museu Nacional de Etnologia vai inaugurar a sua nova exposição temporária “Artes de Pecas: Pescadores, Normas, Objectos Instáveis”, no dia 3 de Abril, pelas 18h30. Contamos com a vossa presença!

Exposição que resulta de uma investigação conduzida no terreno, a partir de 2004, em estreita relação com um grande número de pescadores, de muitos locais da costa, associações e instituições que intervêm no domínio das pescas. Dela resultou a constituição de uma coleção de artes de pesca que agora é posta em articulação com a coleção dos anos 1960, já existente no museu. Muitas foram oferecidas pelos pescadores, nossos interlocutores. Outras, resultaram de acordos de colaboração com as várias capitanias marítimas, o que permitiu transferir para o museu artes e instrumentos de navegação apreendidos porque considerados em situação ilegal. A documentação produzida ao longo dos anos de pesquisa dá conta dos discursos dos pescadores sobre as normas que condicionam a sua atividade e se refletem na própria materialidade dos objetos, sua definição e instabilidade: permitidos ou não conforme o momento do ano, os locais, as leis que se foram sucedendo e até a compreensão e avaliação casuística. A recolha procurou preencher a maior diversidade de artefatos e tipos de materiais, técnicas, processos e funcionalidades, sobre a qual elaborar um sistema classificatório de referência para o seu inventário nos museus. O fio condutor da exposição é, por isso, também uma proposta de classificação para as artes de pesca, tomando em conta outras já produzidas por diferentes autores e instituições. A humanidade das práticas de pescas e a compreensão dos seus contextos sociais e organização do trabalho estão expressas nas filmagens feitas durante os anos de pesquisa, observação e constituição da coleção e nas imagens dos pescadores que no início do século XX passaram a ter a sua fotografia nos registos de inscrição marítima e agora habitam a exposição”.

________

“Exhibition which arose from a field conducted research, since 2004, in close relation with a great number of fishermen from several places of the coast, associations and institutions which intervene in the fishing domain. From it came the creation of a fishing gear collection which is now articulated with the 1960’s collection already existing in the museum. Many were offered by our interlocutor fishermen. Others, came from the agreement of cooperation with several maritime polices which allowed to transfer the gear to the museum, as well as navigation instruments apprehended for being in an illegal situation. The documentation produced along the years of research acknowledges the words of the fishermen concerning the norms which condition their activity and are reflected in the materiality of the objects, its definition and instability: allowed or not according to the time of year, the places, the laws that succeeded and even the casuistry comprehension and evaluation.  The gathering sought to fill the biggest diversity of artefacts and material types, techniques, processes and functionalities over which to elaborate a classification system of reference for its inventory in the museums. The guide line of the exhibition is thus a proposition of classification of fishing gear as well, taking in consideration others produced already by different authors and institutions. The humanity of fishing practices and the comprehension of their social contexts and the work organization are expressed in the films made during the years of research, observation and the making of the collection and in the images of the fishermen which in the start of the 20th century began having their picture in the records of maritime enrolment and now inhabit the exhibition”.

 

 

 


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