Lancha Poveira

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Lancha Poveira

100 anos do naufrágio do Veronese

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

19 de Outubro de 2013

Salão Nobre da Associação Humanitária de Matosinhos-Leça 
(Bombeiros Voluntários)

Jornadas comemorativas do Centenário do naufrágio do Veronese

1ª Mesa (10:30-12:30h) 
José Felgueiras - Faróis da “costa negra” Drª Ivone Magalhães - Faróis da “costa muda” Arqtº António Menéres - Tragédias com os navios da companhia Lamport&Holt Line A.Cunha e Silva - O “Veronese” na arte portuguesa Moderador - Pedro Araújo

2ª Mesa (15-17h)
Dr. Manuel Costa / José de Azevedo - Memórias e Narrativas Dr.António Ramalho - As consequências físicas e clínicas dos naufragos Eng.Rocha dos Santos - “Veronese” evocação do naufrágio Dr.Joel Cleto - Registos cinematográficos do naufrágio Moderador - Dr. Albano Chaves

 

Barcos de Portugal - lançamento do e-book

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

Inserido no programa "Museu Marítimo de Ílhavo - 12.º Aniversário da Ampliação e Remodelação", decorreu ontem o lançamento do E-book, Barcos de Portugal - obras selecionadas de Octávio Lixa Filgueiras.

Iniciativa de divulgação que contribui para projetar, à escala nacional e internacional, o espólio documental do arquiteto Lixa Filgueiras que foi doado ao Museu Marítimo de Ílhavo.

Ver o programa aqui
http://www.cm-ilhavo.pt/pages/5?news_id=1101

Fundo Especial Octávio Lixa Filgueiras
http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/pages/32

 

Dia Internacional para a Redução de Catástrofes

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

 

O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL) e o Presidente do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P. (INR, I.P.), têm a honra de convidar V. Ex.ª e sua Ex.ma Família para participarem numa celebração pública do Dia Internacional para a Redução de Catástrofes (13 de Outubro) sob o tema “Pessoas com Deficiência”, que inclui o prólogo da homenagem nacional ao Prof. Luís Alberto Mendes Victor, a realizar na sede do INR, I.P. (Avenida Conde Valbom, 63, em Lisboa), em 15 de Outubro de 2013, com início às 14h30.


 

Viagem a EB 2.3 S. Pedro de Rates

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

No dia 8 de Junho de 2013 a Lancha Poveira do Alto - "Fé em Deus", viajou ao largo da costa da Póvoa de Varzim com aluno da EB 2.3 de S. Pedro de Rates. Veja aqui algumas imagens.

 

Os Braços da Lancha - António Pereira

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

Os Braços da Lancha
por José Peixoto

“A construção da Lancha Poveira tem um pouco do meu suor e sinto orgulho nisso”, começou por dizer António Pereira para depois justificar: “na altura da construção eu estava desempregado. Embora a obra estivesse a cargo dos estaleiros Postiga & Feiteira, o carpinteiro foi o António Ferreira. Como o visitava todos os dias, ele convidou-me a dar uma ajuda na construção da lancha. Foi o trabalho que mais me orgulho de ter feito”.

António Pereira nasceu na Póvoa de Varzim em 1964. Aos 14 anos de idade começou a arte de serralheiro na indústria náutica. Não é descendente de pescadores mas foi na língua do mar que todas as brincadeiras da infância desaguaram. Aos 10 anos foi para o Clube Naval aprender a velejar. Competiu mais de 20 anos, tendo sido campeão nacional de Juniores, em parceria com António Vianez.

O antigo velejador recorda como integrou a primeira tripulação da Fé em Deus: “foi o Manuel Lopes e o Alberto Marta que me escolheram. No início a lancha esteve muito ligada ao Clube Naval e a tripulação era composta por mestres pescadores e elementos do clube. A lancha é um barco de boca aberta. Quando chovia era eu que ia tirar a água a balde e baldeava com água salgada. Era tudo feito à moda antiga”.

Para António Pereira a vela da lancha foi outro trabalho de exigência maior. “Foram os mestres Bandeira e Amaral que fizeram a vela. Com o tecido de uma vela antiga, foram com o Manuel Lopes à têxtil do Manuel Gonçalves, a Famalicão. No laboratório verificaram o tecido, e foi feito um igual para a vela da lancha poveira. Os antigos encascavam o pano para lhe dar resistência e agarrar melhor o vento. A actual é de lona e tem outra eficácia. Na pesca do bacalhau os poveiros eram conhecidos por terem os dóris mais rápidos porque sabiam cortar o pano como ninguém”, conclui.

O bota-abaixo e a primeira longa viagem da Lancha Poveira são memórias que jamais esquecem: “milhares de pessoas a assistir, ver no rosto a emoção dos velhos pescadores e integrar um restrito grupo de pessoas que foram ao mar na Fé em Deus, foi inesquecível. Depois fomos a La Guardia, na Galiza, onde as velhas lanchas poveiras arribavam com o mau tempo. Nesse dia, o mar estava mauzinho e fazia-se acompanhar por uma nortada que só os velhos lobos-do-mar contrariavam à vela. Decidiu-se ir a reboque. Fomos recebidos em festa, com ranchos folclóricos e muita gente a aplaudir. Sabíamos da relação dos antigos pescadores poveiros com aquela terra. Até existem siglas na porta e no púlpito da capela de Santa Tecla, onde o poveiro virava o norte à telha”.

Para o antigo tripulante, Manuel Lopes ficará umbilicalmente ligado à Lancha Poveira. “Durante a construção era uma presença constante junto da lancha, a tirar fotografias. Foi o grande obreiro da Fé em Deus. Nas viagens, ia muitas vezes à proa, a fotografar”. E acrescenta: “ ele era muito temperamental. Em Setúbal, a organização ficou de arranjar um barco para nos acompanhar durante a regata dos Galeões do Sado, mas ninguém apareceu. Depois de vencer a regata foi-se o vento. Enquanto remava-mos, o Manuel Lopes ligou para a organização e abriu o dicionário das tempestades. No entanto, tinha um enorme respeito pelos pescadores, dentro da lancha só eles podiam abusar na brincadeira. Sentia-se feliz entre a gente do mar. A lancha poveira era corpo do seu sangue”.

Quanto ao voltar a navegar na Fé em Deus, António Pereira hesita na resposta: “já tive o meu tempo. O que gosto mesmo é de ver a lancha a sair a barra à vela. Ninguém imagina o prazer que me dá. Estar a bordo é outra adrenalina, outra paisagem, mas vista de terra é uma beleza. É como se no mar navegasse a saudade. Talvez um dia, quem sabe”.

A Voz da Póvoa (3 Julho 2013), p. 15.

URL ->PDF ->

 

CONSULTA PÚBLICA SOBRE A ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O MAR 2013-2020

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

CONSULTA PÚBLICA SOBRE A ESTRATÉGIA NACIONAL PARA O MAR 2013-2020
(Contributo de José Bastos Saldanha*)
*Presidente da Mesa da Secção de Geografia dos Oceanos

CONTRIBUTO (PDF) ->
Este contributo para a Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 (doravante ENM 2013-2020 ou ENM) está organizado em três partes: Comentários Conclusivos (I), que resumem o essencial da reflexão; as Recomendações (II) que agrupam o conjunto de propostas; e a Análise (III).

--

Caros Amigos,

Recentemente terminei este contributo para a consulta pública da Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 (ENM), que ultrapassou a folga de duas semanas que entretanto foi concedida no termo daquela consulta, em 31 de maio de 2013. Razões de vária ordem não me permitiram cumprir a data-limite. Mas não quis deixar de o apresentar, pelo respeito que me merecem todos quantos nela estiveram envolvidos.

O exercício não foi fácil, dada a extensão e diversidade das matérias, e acabou por ser motivador, concentrando-me especialmente nas áreas da conceptualização e do planeamento, visão e objetivos, processo de mudança, culturas organizacionais, o travejamento patrimonial, identitário e cultural, a contribuição do mar na criação de ambientes literatos incentivadores de uma renovada cidadania e a importância da transversalidade das realidades locais que se possam afirmar como miniclusters.

Tentei encaixar esta achega no formulário de participação, mas só conseguiria adaptar o conjunto das propostas inserido na Parte II – Recomendações, o que a amputaria de uma perceção ampla (Parte I – Comentários conclusivos) e da compreensão do seu fundamento (Parte III- Análise).

Submeto este contributo à apreciação dos muitos amigos que têm participado nas Jornadas “A Sociedade Civil e o Mar”, cuja sensibilidade diversa vem revestindo uma mais valia para uma compreensão ampla do Mar e para a importância que ele pode revestir para o nosso futuro. Era minha intenção promover uma reflexão ponderada que, mediante uma proposta consolidada, pudesse ser útil ao processo de consulta pública, e encetar um debate que se deve manter aberto no acompanhamento da execução da ENM e cujo propósito se mantém.

Agradeço que me façam chegar o vosso comentário ao contributo que incluo em ficheiro anexo; a sua receção até ao dia 4 de julho próximo permitirá valorizar o respetivo conteúdo e concretizar a intenção de o apresentar consolidado (com a posição da Secção de Geografia dos Oceanos), com brevidade, à Direção-Geral de Política do Mar.

Estou disponível para eventual esclarecimento sobre qualquer aspeto por e-mail ou telemóvel.

Saudações cordiais
José Bastos Saldanha

 

eBook “Ensaio sobre o Imaginário Marítimo dos Portugueses”, de Júlia Tomás

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

eBook “Ensaio sobre o Imaginário Marítimo dos Portugueses”, de Júlia Tomás, já disponível

Já está disponível o eBook “Ensaio sobre o Imaginário Marítimo dos Portugueses”. Da autoria de Júlia Tomás, investigadora integrada do CECS (linha de investigação ‘Linguagem e Interação Social”), é editado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade. Como se pode ler no prólogo da obra, “a intenção é de conduzir o leitor através do espaço e do tempo numa viagem totalmente inspirada pelo Mar”.

Esta jornada marítima começa nos mares sagrados, elemento primordial para várias civilizações do mundo antigo, ou nos mares criados pelos deuses noutras culturas. A presença dos oceanos (celestes ou terrestres) nas cosmogonias demonstra a importância dos mesmos para o Homem. Na Antiguidade o mar era um elemento ignoto. Suas dimensões, profundidade e movimento eram desconhecidos. Homero descreve este espaço como um lugar sombrio e hostil, tumba dos heróis anónimos e sem glória.

Daremos especial relevo à mitologia porque o mito é das primeiras manifestações da inteligência humana, interpretando aquilo cujo sentido o Homem não dominava. Por força da sua natureza, bela e inspiradora, a forma mítica está na origem da poesia e da literatura, daí o seu interesse na análise de certas produções artísticas.

(Do prólogo, p. 6)

Ficha

Título: Ensaio sobre o Imaginário Marítimo dos Portugueses
Autora: Júlia Tomás
Editora: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Universidade do Minho
Braga, Portugal
Formato: eBook, 81 páginas
Edição Digital: Alberto Sá
Foto da Capa:
Assistente de Edição:
António Tomás
Ricardina Magalhães
ISBN: 978-989-8600-13-4
Publicação: 2013, Junho

eBook disponível para download gratuito em:
http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/view/121

 

V Encontro de Embarcações Tradicionais do Rio Cávado - vídeo

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

 

 

Porto: Internet dá à costa em 2014

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

Porto: Internet dá à costa em 2014

Marcadores: 

A partir de 2014, será possível aceder gratuitamente à Internet na costa marítima entre o Porto e a Póvoa de Varzim. O projeto é da responsabilidade do INESC Tecnologia e Ciência e ainda está em fase de testes.

Em 2014, qualquer pessoa que se encontre até cinco milhas náuticas (cerca de nove quilómetros) da costa marítima entre o Porto e a Póvoa de Varzim, terá acesso gratuito à Internet wireless e de banda larga. O projeto do laboratório de Tecnologia e Ciência do INESC está a ser testado com redes sem fios e de banda larga entre o Edifício Transparente, na Foz, e barcos de pesca da Cooperativa Propeixe, em Matosinhos.

Em declarações à Agência Lusa, Rui Campos, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e investigador do INESC, explicou que "o objetivo do projeto é estender a cobertura da rede Porto Digital, que neste momento existe na cidade do Porto, até cinco milhas náuticas para dentro do mar".

Para além disso, o coordenador do projeto acrescenta que, "pela primeira vez, pescadores, turistas ou qualquer pessoa localizada até cinco milhas da costa vão ter acesso gratuito à Internet wireless e de banda larga".

Esta sexta-feira, às 11h, vai ser celebrado o protocolo de oficialização do projeto, entre o INESC Tecnologia e Ciência e a Associação Porto Digital, com a presença do secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu.

 


Pág. 4 de 21

Pesquisar

cmpv.jpg
cartaz_20_anos.jpg
lancha007.jpg

Em linha

Temos 50 visitantes em linha

Estatísticas

Membros : 34
Conteúdo : 285
Favoritos web : 49
Visualizações de conteúdos : 355725

Sindicância