Lancha Poveira

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Património Marítimo - Marear com a Lancha Poveira

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No dia 16 de Novembro de 2011, Dia do Mar, os alunos do 4º L da Escola do Século, no âmbito do projeto “Património Marítimo- Marear com a Lancha Poveira”, foram à biblioteca escolar da Escola do Século para ouvir e falar dos sons do mar, dos sons das palavras e dos sons musicais.

O Diretor da Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, Dr Manuel Costa apresentou-nos o professor Abel Carriço que começou por nos mostrar diferentes imagens do mar para descrevermos o que representavam: mar calmo, mar agitado, mar bravo.

A seguir projetou o poema de Sofia de Mello Breyner Andersen “Mar Sonoro”, falou do que significava o poema, falou-nos do mar e perguntou-nos se os homens respeitavam o mar. Nós respondemos que não porque alguns homens deitam lixo e petróleo para o mar poluindo-o. Fizemos alguns comentários e logo a seguir o professor falou-nos das ondas do mar e comparou-as com as ondas sonoras. Pediu ajuda à Margarida que pegasse numa parte de um elástico branco e largo e o professor puxou. O elástico vibrou e fez ondas que nós ouvimos…sons musicais. Buscou um saco de plástico pequeno e friccionou-o com as mãos pedindo que disséssemos que som sugeria… e pareciam mesmo as ondas do mar a estender-se na areia da praia da Póvoa de Varzim. Pegou num saco maior e depois ainda outro maior e o som ia ficando cada vez mais intenso e espetacular…estávamos todos muito admirados. Então, o professor decidiu fazer connosco uma “orquestra”…

A orquestra do mar!...

O André Peixoto, a Diana, o Pedro Castro, a Cátia e a Catarina amarfanhavam os sacos de plástico que cada um tinha. O som que produzia cada um, ia crescendo cada vez mais parecendo o mar da Póvoa a bater nos penedos cujo som era feito pelo André Regufe, pelo Ivo e pelo Pedro Samuel. Na tela foi projetada a letra da canção “Um barquinho”. O professor tocou na flauta os sons da música e pediu para ouvirmos em silêncio, para nos apercebermos do ritmo. E pouco a pouco nós fomos tocando um dos instrumentos: a Fátima e a Maria o tambor, o Rúben os ferrinhos, a Jéssica e a Ana a pandeireta, a Ana Luísa e a Diana as claves, o Tiago, a Sara e a Verónica as maracas e o João os ovos. Tocámos e cantámos…

O professor propôs que tocássemos com a nossa flauta seguindo o que tocava na sua e assim fizemos. Foi um momento muito difícil mas muito divertido. Tirámos uma fotografia onde estávamos sorridentes a gritar o “Ala- Arriba”.

A atividade do dia do mar foi fantástica porque descobrimos que a partir das ondas do mar podemos escrever textos poéticos e usar os sons, ondas sonoras que se escrevem numa pauta musical para nos aventurarmos nos diferentes ritmos musicais e no mundo das palavras.

Obrigado Professor ABEL CARRIÇO.

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