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Prólogo 2.º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar

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Prólogo do 2.º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar

14 de Abril de 2011 (5.ª feira)
O prólogo do 2.º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar, é organizado pela Secção de Geografia dos Oceanos, tendo lugar na sede da SGL em 14 de Abril de 2011, com início às 15h30.
Programa

– A Palavras de abertura pelo Prof. cat. Luís Aires-Barros, Presidente da SGL.
–  “A Declaração da Nazaré: manifesto pelo Património Marítimo”, pelo Doutor Luís Martins, Presidente do 1ERNCM (10 min).
–  “A Rede Nacional da Cultura do Mar: um espaço de comunicação” pelo Prof. Doutor Henrique Souto, Vice-Presidente do 1ERNCM (12 min).
–  “O panorama contemporâneo do património marítimo-fluvial em Portugal: tendências e invariantes”, moderação pelo Doutor Luís Martins (45 min).
–  “A missão plural da Rede Nacional da Cultura do Mar e a agenda do próximo Encontro: propostas”, moderação pelo Prof. Doutor Henrique Souto (45 min).
–  Comentários conclusivos, pelo Alm. José Bastos Saldanha, Presidente da Secção de Geografia dos Oceanos (SGL) (10 min).
– Encerramento pelo Prof. cat. Luís Aires-Barros, Presidente da SGL.
Finalidade do Prólogo

Preparar a agenda do 2.º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar
Antecedentes

– A Declaração da Nazaré, de 11 de Maio de 2002 (em anexo), manifesto de um grupo de cidadãos portugueses que, ciente da perenidade da influência do mar na cultura portuguesa e preocupado com a prioridade de salvaguardar e valorizar o património marítimo, cujo sucesso só será possível com um esforço concertado que envolva instituições, públicas e privadas, e associações cívicas e cidadãos interessados, propôs a criação da rede da cultura do mar, enunciando os seus objetivos, natureza dos aderentes, processo comunicacional e requisito de avaliação periódico.
–  As jornadas “A Sociedade Civil e o Mar” da Sociedade de Geografia de Lisboa:

(a) Entre 2002 e 2004, concedeu-se uma abordagem mais ampla às celebrações locais do Dia Nacional do Mar para estimular o contacto da comunidade com a realidade marítima que lhe é familiar, por estar mais próxima, e com o respectivo contexto cultural, cujo conhecimento pode contribuir para a educação ambiental, o enriquecimento da cultura científica e a consciencialização cívica. Nas relações intracomunitárias, procurou-se privilegiar o fluxo de informação em rede e a sua interligação informal a outras comunidades; reconheceu-se, que só com uma constelação de redes locais seria possível, por exemplo, estabelecer uma rede da cultura do mar, cuja implantação foi abordada no Encontro dos Museus do Mar de 14 de Novembro de 2002 e que decorreu da Declaração da Nazaré.
(b) No Encontro das Comunidades Piscatórias de 13 de Novembro de 2003 foi salientado o riquíssimo património marítimo de que são guardiães, constituindo os mais fortes elos da ligação entre a terra e o mar, tendo ainda sido evidenciada a rede da cultura do mar e o papel das comunidades ribeirinhas na sua implantação.
(c) Em 2004, o esforço foi dedicado ao lançamento dos fundamentos da Rede (agora) Nacional da Cultura do Mar – entendida como uma constelação de redes locais e, como tal, a sua designação foi ampliada para não se confundir –, com a finalidade de se criar uma estrutura ampla que contribuísse para preservar e divulgar a memória das comunidades ribeirinhas. O Encontro da Rede Nacional de Cultura do Mar ocorreu em 16 de Novembro de 2004 na Sociedade de Geografia de Lisboa, tendo sido aprovado o estabelecimento imediato da Rede Nacional de Cultura do Mar, com um esquema de articulação simples, dirigido pela Mesa, do qual fazem parte os inscritos e participantes deste Encontro e outros aderentes da Rede, servido por um espaço de comunicação por intermédio do qual circule a informação, começando pela difusão da acta do Encontro e das suas conclusões. Foi ainda aprovado que a realização do próximo fosse de Lisboa, por iniciativa local. Recolheu 55 assinaturas a declaração de apelo à adesão institucional e à participação cívica na implantação da Rede Nacional da Cultura do Mar aberto à subscrição pública.
(d) Assinale-se que a parte substantiva da Declaração da Nazaré se encontra vertida no Relatório da Comissão Estratégica dos Oceanos de 2004, sob o vector estratégico 1.3 – Preservar o Vasto Património Marítimo-Cultural de Portugal, explicitando-se nas suas Recomendações e Propostas, mormente “Promover uma rede de cultura do Oceano como projeto aberto à participação de todos quantos se identifiquem com a necessidade de preservar e valorizar o nosso património marítimo-cultural”.
 

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