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Comemoraçóes do Dia Nacional do Mar 2003

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Comemoraçóes do Dia Nacional do Mar
13 a 16 de Novembro de 2003

 

Comunicação do Prof. Cat. Luís Aires-Barros,
Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa

 


As Comemorações do Dia Nacional do Mar tornou-se um evento com fortes tradições na Sociedade de Geografia de Lisboa, delas se encarregando, ano após ano, a Secção de Geografia dos Oceanos.
Tem-se aproveitado este facto para evocar, homenagear e estudar personalidades marcantes da nossa História do Mar tais como o Cte. Baldaque da Silva ou o Dr. Alfredo Magalhães Ramalho figuras marcantes da nossa actividade marítima em passado recente. De igual modo, tem-se aproveitado este evento para discorrer sobre temas tão importantes como “Uma Política Nacional para os Oceanos Dirigida ao Séc. XXI” ou “A Sociedade Civil e o Mar” ou ainda “Regresso de Portugal ao Mar – Novas Fronteiras Marítimas”.
Quer isto dizer, que a Sociedade de Geografia de Lisboa se tem encarregado de dar notoriedade ao Dia Nacional do mar, institucionalizado pela Resolução 83/98 do Conselho de Ministros e para tal tem procurado desenvolver pelo estudo de grupos de especialistas na problemática do mar, uma temática ampla de questões do maior interesse e actualidade para o tão falado quando urgente regresso de Portugal ao mar.
Este ano, as comemorações do Dia Nacional do Mar serão dedicadas à evocação das Comunidades Piscatórias. É tema importante e actual com implicações multifacetadas no contexto sócio-económico nacional.
Como se diz em brochura preparada para estas comemorações “os mais fortes elos da ligação entre a terra e o mar são, em Portugal as comunidades de pescadores”.
Eis porque urge que se estudem e apadrinhem as suas tão úteis como duras e, muitas vezes perigosas actividades quotidianas.

Luís Aires-Barro

(pdf)

 

Dia Nacional do Mar de 2004

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1º Encontro Rede Nacional da Cultura do Mar

A Sociedade de Geografia de Lisboa, em parceria com diversas instituições, está a organizar uma comemoração do Dia Nacional do Mar no próximo dia 16 de Novembro, iniciativa que desde 1999 está inserida nas Jornadas “A Sociedade Civil e o Mar”. Este ano, pretende dedicar-se o esforço da celebração ao estabelecimento da Rede Nacional da Cultura do Mar, a partir de uma constelação de redes locais; uma tal proposta decorre da imperiosidade de preservar e divulgar a memória das comunidades e insere-se logicamente na sequência das evocações anteriores: os museus do mar em 2002 e as comunidades piscatórias em 2003.

A comemoração do Dia Nacional do Mar de 2004 pretende, portanto, concitar esforços conducentes ao lançamento dos fundamentos da Rede Nacional de Cultura do Mar, como sejam a criação prioritária de redes locais, o desenvolvimento de um sistema de comunicação e a implantação de um esquema de articulação. A sensibilização das comunidades e a sua adesão é o elemento decisivo que, a prazo, irá modular e dinamizar todo o processo de construção das redes no âmbito local e regional. Assim, as celebrações deste ano são o momento para dar a conhecer o movimento de patrimonialização marítima, que está em curso, e para reflectir em conjunto sobre o modo de nele se integrar a Rede Nacional de Cultura do Mar, cuja finalidade é contribuir para preservar e divulgar a memória das comunidades ribeirinhas.

 

Comemoração do Dia Nacional do Mar de 2004
Convite

 

Manuel Lopes - Comunicação à Sociedade de Geografia de Lisboa

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"SIM, PORQUE TODA A GENTE SABE QUE A MEDITAÇÃO E A ÁGUA SE ENCONTRAM INDISSOLUVELMENTE LIGADAS"

* Intervenção proferida por Manuel Lopes na Sociedade de Geografia de Lisboa, no âmbito das comemorações do Dia Nacional do Mar, celebrado em 16 de Novembro de 2004, com o lançamento dos fundamentos da "REDE NACIONAL DA CULTURA DO MAR".

 

 

Desde logo devo adiantar que não possuo outros créditos ou referências, para intervir em tão douta Sociedade, senão aqueles que suportam e iluminam a grande paixão de um bibliotecário pelo Mar. E é sobretudo por isso que estou aqui. Tendo atravessado os mares da nossas gentes, com a Lancha Poveira do Alto, desde a Champana ao Mar dos Galegos, com derivas pela costa até Lisboa, sem esquecer uma extraordinária e viva singradura bretã, movendo-nos, quem sabe, por aquela estranha inquietação marinha de que fala o personagem Melville em "Moby Dick", tão presente, hoje, no ácido dos tempos: "É uma forma de fugir ao suicídio. Onde, com um gesto filosófico, Catão se lança sobre a espada, eu, tranquilamente, meto-me a bordo."

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Manuel Lopes e a RNCM

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(…) a causa do Mar ganha em Manuel Lopes uma renovada singradura de destino, no entendimento da vida do mar, com o projecto da lancha poveira do alto “Fé em Deus”, e na percepção da Rede Nacional da Cultura do Mar.

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