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“Artes de Pesca: Pescadores, Normas, Objetos Instáveis”

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“Artes de Pesca: Pescadores, Normas, Objetos Instáveis”
– Inauguração, dia 3 de Abril, 18h30

O Museu Nacional de Etnologia vai inaugurar a sua nova exposição temporária “Artes de Pecas: Pescadores, Normas, Objectos Instáveis”, no dia 3 de Abril, pelas 18h30. Contamos com a vossa presença!

Exposição que resulta de uma investigação conduzida no terreno, a partir de 2004, em estreita relação com um grande número de pescadores, de muitos locais da costa, associações e instituições que intervêm no domínio das pescas. Dela resultou a constituição de uma coleção de artes de pesca que agora é posta em articulação com a coleção dos anos 1960, já existente no museu. Muitas foram oferecidas pelos pescadores, nossos interlocutores. Outras, resultaram de acordos de colaboração com as várias capitanias marítimas, o que permitiu transferir para o museu artes e instrumentos de navegação apreendidos porque considerados em situação ilegal. A documentação produzida ao longo dos anos de pesquisa dá conta dos discursos dos pescadores sobre as normas que condicionam a sua atividade e se refletem na própria materialidade dos objetos, sua definição e instabilidade: permitidos ou não conforme o momento do ano, os locais, as leis que se foram sucedendo e até a compreensão e avaliação casuística. A recolha procurou preencher a maior diversidade de artefatos e tipos de materiais, técnicas, processos e funcionalidades, sobre a qual elaborar um sistema classificatório de referência para o seu inventário nos museus. O fio condutor da exposição é, por isso, também uma proposta de classificação para as artes de pesca, tomando em conta outras já produzidas por diferentes autores e instituições. A humanidade das práticas de pescas e a compreensão dos seus contextos sociais e organização do trabalho estão expressas nas filmagens feitas durante os anos de pesquisa, observação e constituição da coleção e nas imagens dos pescadores que no início do século XX passaram a ter a sua fotografia nos registos de inscrição marítima e agora habitam a exposição”.

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“Exhibition which arose from a field conducted research, since 2004, in close relation with a great number of fishermen from several places of the coast, associations and institutions which intervene in the fishing domain. From it came the creation of a fishing gear collection which is now articulated with the 1960’s collection already existing in the museum. Many were offered by our interlocutor fishermen. Others, came from the agreement of cooperation with several maritime polices which allowed to transfer the gear to the museum, as well as navigation instruments apprehended for being in an illegal situation. The documentation produced along the years of research acknowledges the words of the fishermen concerning the norms which condition their activity and are reflected in the materiality of the objects, its definition and instability: allowed or not according to the time of year, the places, the laws that succeeded and even the casuistry comprehension and evaluation.  The gathering sought to fill the biggest diversity of artefacts and material types, techniques, processes and functionalities over which to elaborate a classification system of reference for its inventory in the museums. The guide line of the exhibition is thus a proposition of classification of fishing gear as well, taking in consideration others produced already by different authors and institutions. The humanity of fishing practices and the comprehension of their social contexts and the work organization are expressed in the films made during the years of research, observation and the making of the collection and in the images of the fishermen which in the start of the 20th century began having their picture in the records of maritime enrolment and now inhabit the exhibition”.

 

 

 

Falecimento do Prof. Doutor Henrique Souto

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No passado dia 6 de Março, faleceu o Prof. Doutor Henrique Nogueira Souto.

Este geógrafo e professor da Universidade Nova era vice-presidente da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, presidida pelo Município da Póvoa de Varzim.

Nasceu em Moçambique, onde residiu até 1976. Vivia e trabalhava em Lisboa.
Licenciado e doutorado em Geografia e Planeamento Regional pela Universidade Nova de Lisboa e professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da mesma Universidade.
Fotógrafo amados, várias vezes premiado (nomeadamente no International Garden Photographer of the Year nos anos 2007, 2011 e 2012, tendo sido o vencedor de duas categorias).
Tem fotografias publicadas em diversos livros e revistas.
Realizou a sua primeira exposição individual na Sociedade de Geografia de Lisboa, em 2009, e participou em diversas exposições colectivas, nomeadamente em Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte, Austrália, Estados Unidos da América (Nova Iorque), além de Portugal.

O Prof. Doutor Henrique Nogueira Souto (segundo da esq.) no 2º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar e dos Rios, na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, 2 de Setembro de 2011.

 

 

DIA NACIONAL DO MAR - 2013

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Dia Nacional do Mar - 2013

O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL), o Presidente da Câmara Municipal de Mira (CMM), o Director-geral do Instituto Hidrográfico, o Director do Centro de Estudos do Mar e o Presidente da Confraria Marítima de Portugal têm a honra de convidar V. Ex.ª e sua Ex.ma Família para participarem numa jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar (16 de Novembro) que terá lugar na Praia de Mira e no dia 19 de Novembro na sede da SGL.

SGL 213 425 401/5 068 | geral@socgeografialisboa.pt
CMM 231 480 500 | gabinete.presidente@cm-mira.pt

 

PROGRAMA
"O Oceano: literacia e cidadania"

Praia de Mira
16 de Novembro (sábado)

- 11h00 | (Centro Cultural e Recreativo): Lançamento do programa informático de "previsão de ondas para a arte-xávega";

- 14h00 | (Museu Etnográfico e Posto de Turismo) Aposição inaugural do carimbo comemorativo, permanecendo o posto do correio ah-hoc aberto até às 17h00;

- 14h30 | (Centro Cultural e Recreativo): Colóquio "Património marítimo e economia azul";

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Sociedade de Geografia de Lisboa
19 de Novembro (3ª feira)

- 10h30 (átrio) | Inauguração de uma mostra alusiva ao barco "meia-lua", que estará patente atá ao dia 29 de Novembro;

- 14h30 (sala Algarve) | Painel sobre "A criação e manutenção de ambientes literatos ligados ao Oceano e às zonas costeiras;

- 17h15 (sala Algarve) | Sessão solene.

 

100 anos do naufrágio do Veronese

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19 de Outubro de 2013

Salão Nobre da Associação Humanitária de Matosinhos-Leça 
(Bombeiros Voluntários)

Jornadas comemorativas do Centenário do naufrágio do Veronese

1ª Mesa (10:30-12:30h) 
José Felgueiras - Faróis da “costa negra” Drª Ivone Magalhães - Faróis da “costa muda” Arqtº António Menéres - Tragédias com os navios da companhia Lamport&Holt Line A.Cunha e Silva - O “Veronese” na arte portuguesa Moderador - Pedro Araújo

2ª Mesa (15-17h)
Dr. Manuel Costa / José de Azevedo - Memórias e Narrativas Dr.António Ramalho - As consequências físicas e clínicas dos naufragos Eng.Rocha dos Santos - “Veronese” evocação do naufrágio Dr.Joel Cleto - Registos cinematográficos do naufrágio Moderador - Dr. Albano Chaves

 

Barcos de Portugal - lançamento do e-book

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Inserido no programa "Museu Marítimo de Ílhavo - 12.º Aniversário da Ampliação e Remodelação", decorreu ontem o lançamento do E-book, Barcos de Portugal - obras selecionadas de Octávio Lixa Filgueiras.

Iniciativa de divulgação que contribui para projetar, à escala nacional e internacional, o espólio documental do arquiteto Lixa Filgueiras que foi doado ao Museu Marítimo de Ílhavo.

Ver o programa aqui
http://www.cm-ilhavo.pt/pages/5?news_id=1101

Fundo Especial Octávio Lixa Filgueiras
http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/pages/32

 

V Encontro de Embarcações Tradicionais do Rio Cávado

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Saber mais em: http://esposendealtruista.blogspot.pt/2013/05/v-encontro-de-embarcacoes-tradicionais.html

 

Barras serão dragadas na próxima semana

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Setembro 5, 2012

Estão marcadas para os próximos dias, o início das dragagens nos portos de pesca da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, após meses de luta dos pescadores e dos inúmeros contactos realizados com agentes do governo, através do Mestre José Festas, presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar, além dos autarcas locais. O líder da Pró-Maior congratula-se com o facto de haver dragagens, mas ainda não está totalmente satisfeito.

Os trabalhos de dragagem das areias na entrada das barras dos portos da Póvoa de Varzim e Vila do Conde vão ser consignados esta quinta-feira, de acordo com nota informativa da autarquia vila-condense, prevendo-se que as mesmas tenham início na próxima semana. De acordo com os dados recolhidos, os trabalhos terão a duração aproximada de três meses e o custo da empreitada será de 1,2 milhões de euros, devendo ser retirados mais de cem mil metros cúbicos de areia na barra de Vila do Conde e mais de setenta mil metros cúbicos na da Póvoa de Varzim.

Recorde-se que os marítimos chegaram a reivindicar junto das entidades governativas a questão, e inclusive prometeram atitudes mais drásticas, dado que a situação nestas barras tem vindo a pôr em causa a segurança dos pescadores e das embarcações, resultado do aumento do volume de areia que se acumula na entrada dos portos.

Saber mais aqui ->

 

 

VAMOS SALVAR A ARTE DOS PESCADORES PORTUGUESES DA BEIRA LITORAL

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VAMOS SALVAR A ARTE DOS PESCADORES PORTUGUESES DA BEIRA LITORAL

Organizada pelos pescadores locais e pela Câmara Municipal de Mira realiza-se hoje, em 23.07.2012, na Praia de Mira (pelas 15.00 horas, no auditório do Centro Cultural e Recreativo) uma reunião de discussão aberta ao público que vai ser decisiva para a sobrevivência e para o futuro de um tipo especial de Pesca portuguesa que tem séculos de história e que constitui um dos exemplos mais emblemáticos e culturalmente mais significativos — e, por isso, desde sempre, um dos exemplos mais invocados e mais utilizados como cartaz turístico e como paradigma de Cultura Popular — da Etnografia, da História e da Identidade Nacional de Portugal.

Um tipo de pesca, um tipo de património cultural marítimo, e um tipo de comunidade de pescadores que, paradoxalmente, ao mesmo tempo que em Portugal têm sido sempre infindavelmente exibidos como emblemáticos, turísticos e paradigmáticos, tem também sido sempre, ou quase sempre, desprezados e esquecidos (quando não perseguidos e asfixiados); e que por isso têm vindo a extinguir-se, e têm desaparecido "como neve diante do sol".

A Arte de Pesca de Arrasto para Terra, modernamente designada legalmente pelas instituições administrativas e fiscais do Estado português com o nome oficial de "Arte-Xávega" (nomeadamente segundo a Portaria 488/96 publicada no D.R., 1ª Ser., nr. 213, de 13.09.1996) —praticada com utilização das incomparáveis e belas embarcações artesanais portuguesas de madeira chamadas “Barcos do Mar”, ou “Barcos da Arte” (a embarcação mais popularmente conhecida com o nome de “Meia-Lua”, e que consideramos “o mais belo barco do mundo”) —, é um tipo de pesca artesanal e uma realidade humana, sociológica, tecnológica e civilizacional absolutamente única e fascinante, que não tem equivalente em qualquer outra parte da Europa e do Mundo, e que seria um enorme crime (um crime sem perdão) se alguma vez viesse a ser deixada morrer.

É um tipo de pesca muito específico, muito especializado e bastante diferente (pois, na sua aparente simplicidade, é muito mais heróico e muito mais difícil e perigoso do que julgam os que nada sabem de mar), e que por isso não pode ser comparado com qualquer outro tipo de pesca praticada em qualquer outro litoral oceânico do mundo inteiro. É mesmo muito diferente, e muito mais impressionante, em coragem e em esforço,  do que os próprios modelos originais mediterrânicos da “Xávega”, islâmica, andaluza e algarvia, que lhe estiveram na origem há muitos séculos atrás, mas que entretanto já se extinguiram (ao longo do século XX), e que já não existem hoje em dia (no século XXI).

A Arte de Pesca de Arrasto para Terra, característica dos litorais portugueses da Ria de Aveiro e da Beira Litoral (hoje, legalmente, dita “Arte-Xávega”), é uma arte que nos nossos dias ainda continua a ser praticada por muitas centenas de homens e mulheres, desde as praias de Espinho até à Praia da Vieira de Leiria, e actualmente com o coração na Praia de Mira (depois de, outrora, ter irradiado sobretudo a partir das praias do Furadouro, Torreira e Ílhavo), e é uma das realidades mais impressionantes, mais autênticas e mais simbólicas — e, por isso, mais importantes — daquilo que continua a ser, ainda hoje, Portugal: um país dividido entre o Passado e o Futuro, um país sempre adiado, e sempre sem conseguir descobrir o seu caminho, entre a tradição que não consegue manter e a modernidade que não consegue construir. Um país sempre mergulhado no seu subdesenvolvimento secular e na sua insustentabilidade económica. Mas que, nem por isso, pode ou deve sacrificar os mais autênticos e verdadeiros exemplos da sua identidade nacional e da sua cultura secular em nome de quaisquer cegas burocracias estatais normalizadoras, ou de quaisquer imbecis aculturações televisivas, ou de quaisquer bizantinismos “culturais” “modernizadores”, ignorantes das verdadeiras tradições e identidades locais.

Alfredo Pinheiro Marques
Centro de Estudos do Mar - CEMAR

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Outros documentos

- Pesca do arrasto para terra, em Portugal, nos fins do séc. XIX e nos fins do séc. XX

- A Xávea no sul de Portugal

- As companhias de artes ainda existentes

- Pescadores indignados com a acção da GNR (Diário de Coimbra e Beiras)

. Notícia 1 | Notícia 2 | Notícia 3

 

Marinha do Tejo 2012

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Está concluído o programa de Eventos da «Marinha do Tejo» para 2012, programa este que engloba os eventos organizados pelo CNM - Centro Náutico Moitense, ADNA - Associação Desportos Náuticos Alhosvedrenses - Amigos do Mar, APAETT - Associação dos Proprietários e Arrais das Embarcações Típicas do Tejo e a ANAU - Associação Náutica Montinjense.

A «Marinha do Tejo» foi instituída pelo Despacho 15899/2008 de 11 de Junho, de Sexa. o SEDNAM - Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar

A ANMPN é um dos Patrocinadores destes Eventos da Marinha do Tejo, colaborando na sua organização e promovendo a divulgação.

Poderá efectuar o download do Calendário de Eventos em formato pdf, através do Link disponibilizado abaixo. Para contactar a Marinha do Tejo, utilizar o email info@apaett.pt da Associação dos Proprietários e Arrais das Embarcações Típicas do Tejo.

Fonte ->

 

GAMMA - Dia da Marinha do Tejo, 23 de Junho

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Para efeitos de divulgação não se esqueça que no dia 23 de Junho, Dia da Marinha do Tejo, a Marinha do Tejo se reune a partir das 10:00 diante da Praça do Comércio, em Lisboa.

Com os melhores cumprimentos,

Rui Ortigão Neves
Presidente da Direcção do GAMMA

Fonte ->

 

Associação de Ex- Marinheiros da Armada de Vila do Conde - Comunicado

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Associação de Ex- Marinheiros da Armada de Vila do Conde

Comunicado

A todos os navegantes e amigos comunicamos que infelizmente, este ano não realizaremos o Encontro de Embarcações Tradicionais em Vila do Conde, porque não foi possível englobar no programa das Festas de S. João, padroeiro de Vila do Conde.

Pelo sucedido pedimos a compreensão de todos os marinheiros,  marinheiras e Associações que normalmente costumam participar, tanto de Portugal, como da Galiza.

Vamos providenciar para o próximo ano, o Encontro de Embarcações Tradicionais, ser uma realidade, porque Vila do Conde tem já uma história de divulgação e promoção das embarcações Tradicionais, que não poderá ser esquecida.

Comunicamos também, sempre que for possível, participaremos com uma embarcação, nos diversos encontros de divulgação e preservação da antiga arte marinheira.

Victor Costa
Associação de Ex-Marinheiros da Armada de Vila do Conde

 


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