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S. Martinho no Moinho de Maré de Corroios

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O Ecomuseu Municipal do Seixal irá celebrar uma vez mais o S. Martinho no Moínho de Maré de Corrios, com a realização de diversas iniciativas para as quais convidamos todos a participar.

Domingo, dia 13 de Novembro, venha passar o S. Martinho no Moinho

 

 

Programa

8-11 Novembro | para o público escolar

10h00 e 14h30 - Visitas temáticas QUEM AO MOÍNHO VAI, ENFARINHADO SAI

13 Novembro | para o público juvenil e adulto/famílias

15h00 - inauguração da exposição Desenho Etnográfico de Fernando Galhano

15h15 - Visita comentada centrada na exposição, com a participação do Prof. Dr. Pedro Prista Monteiro (ISCTE)

16h30 - Concerto pelo Grupo Coral Alentejano da Associação dos Serviços Sociais dos Trabalhadores das Autarquias do Concelho do Seixal

17h00 - Magusto, com oferta de castanhas aos participantes

Informações/Inscrições
Serviço Educativo do Ecomuseu Municipal
Telefone: 210 976 112
E-mail: ecomuseu.se@cm-seixal.pt

Programa completo em
www.cm-seixal.pt/ecomuseu

 

 

Jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar

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Jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar
16 de Novembro de 2011 (4.ª feira), 10h30

O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa tem a honra de convidar V. Ex.ª e sua Ex.ma Família para participarem na jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar sob o tema “Dos Mares, dos Estuários e dos Rios: Por uma Perceção Plural das suas Culturas”, organizada pela Secção de Geografia dos Oceanos, a realizar na sua sede em 16 de Novembro de 2011.

Ver cartaz aqui | Ver Programa completo aqui


Programa

8 de Novembro
Inauguração da exposição “Embarcações Tradicionais Portuguesas – Arte & Engenho”, no átrio da Sociedade de Geografia de Lisboa, até ao dia 25 de Novembro

16 de Novembro

- 10h00 às 17h00: Aposição do carimbo comemorativo do Dia Nacional do Mar
- 14h00: No átrio, breve explicação sobre “A exposição Embarcações Tradicionais Portuguesas – Arte & Engenho e o Projeto DORNA”
- 14h30 às 17h00: Mesa-redonda sobre o tema “Dos Mares, dos Estuários e dos Rios: Por uma Perceção Plural das suas Culturas”
- 17h30: Sessão solene

Enquadramento

Em 2011, a Sociedade de Geografia de Lisboa por intermédio da sua Secção de Geografia dos Oceanos está a dar continuidade às Jornadas “A Sociedade Civil e o Mar” iniciadas em 1999 com a finalidade de contribuir para a consciencialização pública relativamente à importância dos oceanos e das zonas costeiras, em termos dos valores que representam e dos riscos que enfrentam.

Na comemoração do Dia Nacional do Mar de 2011 decidiu propor à Sociedade Portuguesa o tema “Dos Mares, dos Estuários e dos Rios: Por uma Perceção Plural das suas Culturas”, na sequência da deliberação tomada no 2.º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar, realizado na Póvoa de Varzim em 2 de Setembro findo, que passou a designar aquela Rede por Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios.

A Mesa-redonda tem por finalidade lançar o debate no âmbito da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios sobre uma perceção plural das culturas marítimas, estuarinas e lagunares e fluviais, elegendo a bateira, embarcação originária da Ria de Aveiro, como instrumento de trabalho de comunidades piscatórias/agrícolas que navegaram ao longo da costa até ao estuário do Tejo (para a pesca do sável) e do Sado; e que a partir da Praia de Leiria demandaram por via terrestre o curso médio do Tejo (os avieiros). São conhecidos relatos dessa migração costeira na Ericeira, com naufrágios na tentativa de dobrar o cabo da Roca e que face à abundância de peixe nos mares ericeirenses a eles retornavam a partir do estuário do Tejo, entrando em conflito com os pescadores locais. A bateira é o símbolo desta jornada comemorativa, representada no cartaz do Dia Nacional do Mar, no carimbo comemorativo e no projeto da medalha comemorativa.

 

 

Armadores do Norte satisfeitos com IVA inalterado para pescas

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O secretário-geral da Associação dos Armadores de Pesca do Norte (AAPN) congratulou-se esta sexta-feira com a manutenção do IVA para produtos alimentares essenciais, afirmando que se não fosse assim "o problema da venda do pescado atingiria proporções incontroláveis".

O primeiro-ministro anunciou, na quinta-feira, que o Orçamento para 2012 "reduz consideravelmente o âmbito de bens da taxa intermédia do IVA, embora assegure a sua manutenção para um conjunto limitado de bens cruciais" para sectores como a agricultura e as pescas.

Ver mais aqui ->

 

Pescadores voltam a alertar para assoreamento da barra e exigem intervenção “urgente e capaz”

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Os pescadores da Póvoa de Varzim dizem que a barra está 'assoreada e muito perigosa' e, mais uma vez, exigem a intervenção 'rápida' do Instituto Portuário e Transportes Marítimos (IPTM).

O alerta foi lançado hoje pelo presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar (APMSHM) que, à semelhança do que bem acontecido em anos anteriores, volta a sublinhar que está em causa não só a sobrevivência, mas também 'a vida dos pescadores'.

José Festas avança que a barra já deveria ter começado a ser desassoreada em Agosto, porque 'no inverno o processo é muito mais complicado e moroso”.

'Em vez de a draga demorar dez dias a retirar 20 mil metros cúbicos de areia do mar, vai demorar 50', explicou.

O também armador disse que já alertou o IPTM para esta situação, mas foi-lhe dito que 'existe uma verba de 300 mil euros para desassorear a barra da Póvoa de Varzim, só que ainda não foi disponibilizada' pelo Governo.

Mas José Festas garante que, com essa quantia, só será possível retirar '15 mil metros cúbicos de areia, quando há necessidade de extrair mais de 50 mil' para a barra ficar segura e com vagas de mar que permitam a navegabilidade.

Ora, 'o que pretendem fazer não é nada e não vai resolver os problemas dos pescadores da Póvoa de Varzim que, até agora, têm tido muita sorte quando entram com as suas embarcações no porto de pesca local'.

José Festas sublinhou que se a barra não for dragada 'rapidamente, as cerca de 40 embarcações que, diariamente, entram na Póvoa de Varzim vão ter que parar, o que vai trazer prejuízos incalculáveis para os pescadores locais'.

Nesse caso, os barcos deixam de poder entrar e sair nesta zona, sendo obrigados a 'recorrer a portos vizinhos, como Matosinhos ou Viana do Castelo, para não ficarem em terra e aí têm que pagar coimas', alertou.

José Festas sublinhou que pior do que o prejuízo para os homens do mar 'é mesmo a possibilidade de ocorrência de acidentes'.

Fonte ->

 

 

Exposição de Pinturas Tradicionais em Embarcações na Moita

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A exposição “Pinturas Tradicionais em Embarcações” vai estar patente de 18 de Outubro a 5 de Novembro, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.

Esta exposição reúne os trabalhos realizados pelos formandos no Curso de Pinturas Tradicionais em Embarcações que a Câmara Municipal da Moita promoveu, entre Fevereiro e Junho, deste ano, com intuito de preservar esta arte popular e transmiti-la às novas gerações, valorizando a identidade e cultura deste concelho ribeirinho.

De salientar que as decorações típicas que embelezam os barcos do concelho da Moita, com paisagens, cenas religiosas, tradições tauromáquicas, números, letras e flores, de cores garridas, distinguem-nas de todas as outras embarcações que cruzam as águas do Tejo.

Fonte->

 

 

Assoreamento dos portos pode deixar em terra centenas de barcos no Norte

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De Vila Praia de Âncora à Póvoa de Varzim, pescadores de vários portos queixam-se da ausência de condições de trabalho e dos riscos para a navegação
Ângelo Teixeira Marques, Susana Ramos Martins (16.10.2011 - 18h44)

Guarda-sol colorido espetado na areia, toalha estendida e pés na água, que o tempo convida na praia em que está transformado o porto de pesca de Vila Praia de Âncora. Fruto do "Orçamento do Queijo", viabilizado em 2001 pelo deputado Daniel Campelo, actual secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, ao Governo socialista de António Guterres, aqui foram gastos, numa primeira fase, 7,5 milhões de euros.

Mas agora faltam ao Instituto Marítimo Portuário as centenas de milhar necessárias para garantir o seu desassoreamento, o que põe em causa, nesta localidade, a actividade de 27 embarcações da pesca artesanal. Só da Póvoa de Varzim para norte, são quase duas centenas os barcos, e muitos mais os pescadores, afectados por este excesso de areia nos portos.

"Agora vem tudo cá parar", reclama Emanuel Franco, com um pé assente no cais, outrora flutuante e agora enterrado na areia, e o outro dentro da Moisés Joel, a embarcação de pesca de que é mestre. Juntamente com a tripulação, aproveita a manhã de sol e de maré vazia para preparar as redes que vão utilizar na faina, mas só quando o mar o permitir. O assoreamento do portinho de Âncora impede-os de sair a qualquer hora, exigindo uma espera paciente pela próxima maré. Enquanto isso, são obrigados a partilhar o abrigo de pesca com os veraneantes que, fugidos ao vento, decidiram tirar partido daquilo que é uma dor de cabeça para os pescadores: a areia. Quando a água desce, o areal que entretanto se formou dentro do porto torna-se extenso e convida avós e netos. "Isto passou a ser a praia das crianças e das pessoas de idade".

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Sobrevivência das comunidades piscatórias ficará em causa se não houver dragagens

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IPTM sem verba garantida para retirar areias

Na análise que faz ao fenómeno do assoreamento dos portos, o especialista em Hidráulica e Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Veloso Gomes, é taxativo: "Não há soluções definitivas para o problema e desengane-se quem julgar que agora se faz mais um quebra-mar a norte ou a sul, ou um buraco a meio do quebra-mar, para resolver o problema definitivamente. Isso não existe!", avisa. O académico garante que "só com trabalhos de manutenção" se gere esta situação, o que vai de encontro à posição do presidente do conselho directivo do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), João Carvalho. Que admite, contudo, que a dragagem de todos os portos sob a sua administração, prevista para 2012, está dependente da "existência de verbas correspondentes".

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Energia: Projeto eólico para a Póvoa de Varzim põe em causa segurança dos pescadores

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Energia: Projeto eólico para a Póvoa de Varzim põe em causa segurança dos pescadores
06 de Outubro de 2011, 14:48

O projecto de energia eóloca "WindFloat", a instalar ao largo da Póvoa de Varzim, poderá "pôr em causa a segurança dos pescadores", alertou hoje o presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar.

É que as cerca de "30 embarcações" de pesca local que navegam na zona "não vão conseguir detectar" aquela estrutura, explicou hoje José Festas, em conferência de imprensa.

Para evitar o risco de colisão, a solução passaria por "actualizar, não só todos os GPS das embarcações locais, mas também as cartas de navegação", explicou o também armador.

 

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Quarteira: Pescadores denunciam falta de condições

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Porto de pesca alvo de queixas

A degradação do Porto de Pesca de Quarteira foi esta semana denunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Pesca do Sul, que se queixa, em particular, do cais 6, "um verdadeiro perigo para a segurança de quem lá trabalha", diz a associação. Os pescadores continuam, no entanto, a usá-lo enquanto reclamam pela reparação.

Ao CM, João Pelejo, do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), entidade responsável pela estrutura, diz que o cais 6 "já foi interditado várias vezes mas os pescadores ignoraram os sinais".

Garantindo que já avisou os serviços centrais do IPTM para o problema e espera "por resposta", João Pelejo não pode avançar uma data para o arranjo pois "não há verbas", reconhece.Um temporal mais forte, há cerca de um ano, deu a ‘machadada’ final no cais que, desde então, tem sido remendado pelos próprios pescadores para poderem aceder ao local. "É um problema que oferece risco", reconhece Hélder Rita, da Associação de Armadores e Pescadores de Quarteira, que admite alguma "falta de tolerância dos pescadores", pois "alguns estragos foram feitos por eles".

O responsável realça, no entanto, que o porto tem condições para receber os barcos do cais 6 noutros locais.

Fonte ->

 

 

Exposição sobre Embarcações Tradicionais do Estuário do Tejo (Moita)

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patente na Gare Marítima de Alcântara
A história, as memórias e as vivências das embarcações tradicionais do Estuário do Tejo são o tema de uma Exposição organizada pela Associação Naval Sarilhense, com o apoio da Administração do Porto de Lisboa, no emblemático Salão Almada Negreiros – Gare Marítima de Alcântara.
A Exposição “Embarcações Tradicionais do Estuário do Tejo: história, memórias, vivências” está patente ao público entre os dias 3 e 13 de Novembro (14h00-18h00), com entrada livre. As visitas são acompanhadas em permanência por representantes da Associação Naval Sarilhense e por antigos Arrais Fragateiros, profundos conhecedores destas embarcações tradicionais e testemunhos vivos da cultura ribeirinha que lhes está intrínseca.
 

Passeio em Embarcação Tradicional no Rio Lima

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Passeio em Embarcação Tradicional no Rio Lima

«A COREMA vai realizar, com a colaboração da Junta de Freguesia de Lanheses (Viana do Castelo), um passeio no Rio Lima, a abordo da embarcação água-arriba “Lanhezes”, no próximo dia 23 de Julho de 2011. O passeio decorrerá durante o dia, com partida do cais de Lanheses às 8:30 horas e chegada durante a tarde.

O trajecto será de Lanheses para montante, até Bertiandos, e de Bertiandos para jusante, até Viana do Castelo (caso a maré o permita), e regresso, pela tarde, a Lanheses.

Os participantes deverão levar farnel e munir-se de protector solar.

O barco água-arriba “Lanhezes” é uma réplica da maior embarcação tradicional do Rio Lima, utilizada, em tempos idos, para transporte de mercadorias. Esta embarcação tradicional, que é propriedade da Junta de Freguesia de Lanheses, foi inaugurada no ano passado e constitui uma intervenção de grande relevância em defesa do património etno-fluvial da ribeira Lima.

A lotação máxima é de 18 pessoas e a sua inscrição será considerada por ordem de envio para o e-mail corema.album@gmail.com

AVISO: A partida realizar-se-á, impreterivelmente, às 8:30 horas.»

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