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IX Encontro de Embarcações Tradicionais de Vila do Conde in Farol de Esposende

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Como em anos anteriores, a Associação Fórum Esposendense, com a sua embarcação Catraia Maria dos Anjos, marcou presença e animou o IX Encontro de Embarcações Tradicionais de Vila do Conde.

In: Farol de Esposende: Sociedade. (8 de Julho 2011), p. 6.

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A Corrida Mais Louca da Ria – Corrida de Embarcações Originais

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INSCRIÇÕES ATÉ 10 DE AGOSTO

A Corrida Mais Louca da Ria – Corrida de Embarcações Originais

Com o objectivo principal de promover e incentivar a prática desportiva na Ria de Aveiro, a Câmara Municipal de Ílhavo promove mais uma da “Corrida Mais Louca da Ria – Corrida de Embarcações Originais” que, à semelhança do ano passado, evoluirá no Jardim Oudinot, estando englobada na realização do Festival do Bacalhau, conferindo-lhe mais criatividade e diversão.

A prova encontra-se dividida em duas categorias, “Demonstração” e “Corrida” sendo cada categoria composta por duas sub-categorias “Construção” e “Transformação”, diversificando as possibilidades de presença nesta iniciativa.

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Encontro de Embarcações Tradicionais de Monforte de Lemos 2011

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O Encontro de Embarcações Tradicionais de Monforte de Lemos 2011, decorre no próximo dia 30 de Julho, e será organizado pela Câmara Municipal de Monforte de Lemos e pela Associação A Casa do Barqueiro. O encontro será no Rio Cabe que banha aquela cidade da Galiza.

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Dia da Marinha do Tejo - 2011

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«Marinha do Tejo», foi criada pelo Despacho n.º 15899/2008 de Sexa. o então Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar – Dr. João Mira Gomes.

O significado histórico -cultural da «Marinha do Tejo» traduz aspectos que reflectem bem a nossa identidade nacional e o que há de mais genuíno nas nossas populações ribeirinhas, constituída pela comunidade de marítimos e de artífices, que navegavam e habitavam ao longo das suas margens. Homens de trabalho, com a sua acção, definiram a geografia de um País e moldaram uma Nação.

A «Marinha do Tejo» tem sido perpetuada até aos dias de hoje através de um trabalho generoso e dedicado que transmite às gerações mais jovens a soberania sobre os saberes fruto de séculos de experiência viva, e conta hoje com uma frota de cerca de sessenta embarcações, que constituem um pólo vivo do Museu de Marinha.

Dia da Marinha do Tejo - 2011 from M on Vimeo.

 

Exposição itinerante “Moinhos de Maré do Ocidente Europeu”

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Exposição itinerante
“Moinhos de Maré do Ocidente Europeu”


patente até 13 de Agosto
Observatório do Ambiente dos Açores
Angra do Heroísmo.

Poderá também ser visitada no Moinho de Maré de Corroios, no Seixal, nos dias úteis entre as 9H00 e 12H30 e das 14H00 às 17H30 e aos fins-de-semana entre as 14H00 e as 18H30, onde se encontra em exibição até ao próximo dia 30 de Outubro, com entrada gratuita.

A exposição Moínhos de Maré do Ocidente Europeu foi produzida no âmbito de um projecto internacional coordenado pelo Ecomuseu Municipal do Seixal e apoiado pelo Programa Cultura 2000 da Comissão Europeia. Em itinerância na Europa desde Outubro de 2005, estimula a preservação de uma herança comum - os moínhos de maré -, destacando estes elementos patrimoniais pelo seu valor técnicos, histórico, económico a ambiental.

Mais informações:
ecomuseu.se@cm-seixal.pt | Ecomuseu do Seixal

 

Seminário A ZONA COSTEIRA E AS PRESSÕES ANTRÓPICAS

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Seminário sobre
A ZONA COSTEIRA E AS PRESSÕES ANTRÓPICAS (A REGIÃO NORTE)
Braga, 15 de Julho de 2011


Anfiteatro da ECUM – Escola de Ciências da Universidade do Minho, Campus de Gualtar, Braga

Organização
Comissão Especializada da Zona Costeira (CEZC) da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH), em colaboração com a Comissão Editorial da Revista de Gestão Costeira Integrada e a Universidade do Minho

Comissão Organizadora
Helena Granja (UM)
Alexandra Serra (APRH)
António Brito (UM, ARH-Norte)
Fernando Veloso Gomes (FEUP)
João Alveirinho Dias (CIMA)
José Antunes do Carmo (UC)
José Luís Pinho (UM)
José Pereira Vieira (UM)

Apoios
Universidade do Minho
FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Administração de Região Hidrográfica do Norte (ARH Norte)

Informações
Para informações adicionais contactar:
Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos
a/c LNEC – Avenida do Brasil, 101
1700-066 Lisboa
Tel.: 21844 3428
Fax: 21844 3017
E-mail: aprh@aprh.pt

Programa ->

 

II CONGRESSO DA CULTURA AVIEIRA

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II CONGRESSO DA CULTURA AVIEIRA
Data: 17  e 18 de Junho de 2011
Local: Escola Superior de Educação de Santarém
Organização: Instituto Politécnico de Santarém
no âmbito da Candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional e da UNESCO

Comunicação "Sob a Estrela do Norte, nas Rias de Aveiro-Ílhavo, Montemor-Buarcos, Santarém-Lisboa, e Palmela-Setúbal"
por Alfredo Pinheiro Marques (Centro de Estudos do Mar - CEMAR)

Como o autor destas linhas começou a mostrar desde há muitos anos, sobretudo a partir de 1995 — vide A Maldição da Memória do Infante Dom Pedro e as Origens dos Descobrimentos Portugueses (Figueira da Foz: Centro de Estudos do Mar, 1994 [1995]), e vide "O Menosprezo das Verdadeiras Actividades Marítimas e Piscatórias na Historiografia e nas Comemorações dos Descobrimentos" (in I Jornadas sobre Cultura Marítima [Nazaré, 1995]: Actas, Nazaré: Museu Etnográfico e Arqueológico, 1998, pp. 29-52) —, em Portugal as navegações, as expansões das comunidades de pescadores e mareantes, os descobrimentos geográficos, e os comércios e colonizações ultramarinas (tudo sinónimos…), vieram sempre do Norte (o Noroeste Litoral de Portugal, onde se situavam, e para sempre se continuaram a situar, os centros de gravidade do dinamismo demográfico e económico português…), e nunca do Sul, ou do Algarve. ver mais ->

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Do Norte e do Sul, Da Terra e do Mar

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Colóquio "Mira: Diferentes Olhares"

"DO NORTE E DO SUL, DA TERRA E DO MAR: a Gândara de Mira no Povoamento dos Litorais Portugueses e no 'Descobrimento Marítimo de Portugal'", por Alfredo Pinheiro Marques (Centro de Estudos do Mar - CEMAR)

Dia 18 de Junho de 2011
no auditório da Biblioteca Municipal de Mira

Resumo: Os litorais recentes (eólica e maritimamente formados) da Ria de Aveiro em geral (e, dentro deles, também os da Gândara de Mira em particular) foram criados e povoados no âmbito de um processo através do qual se moldou a geografia física e humana de Portugal, o "mais atlântico dos mediterrâneos, e o mais mediterrânico dos atlânticos". As modalidades concretas desse processo secular, local e
regionalmente, têm sido objecto das publicações e Jornadas de reflexão multifacetada e plural que os Gandareses têm desenvolvido ao longo dos últimos anos, e nas quais o presente autor se orgulha de também ter tido a honra de ser admitido e de participar.
É isso mesmo (o dinamismo e o pluralismo) o que mais distingue esta terra e esta gente (uma terra e uma gente que estão vivas… e que, por isso mesmo, querem conhecer a sua identidade multifacetada e plural…). E, por isso mesmo também, é um prazer ser-se admitido a ter a honra de viver na companhia de tal tipo de terra e de gente, e aqui poder compartilhar a liberdade da sua honesta pobreza: uma antiga pobreza que, como se vê, estava fadada pelo Destino (pelo destino chamado Geografia, e chamado Determinismo Histórico-Geográfico…) para se transformar em cada vez mais e mais desenvolvimento, riqueza, e Futuro.
Com as armas de sempre (as únicas que existem): coragem, esforço, espírito de iniciativa, trabalho, honestidade e (por isso mesmo) competência e êxito.
O que se irá agora tentar apresentar — e esboçado pelo menos valioso dos intervenientes de tal reflexão (pois somente um interveniente aqui adoptivo, e lateral) — será um resumo sintético sobre os caminhos que tem tomado tal reflexão colectiva, multifacetada e plural, através da qual os Gandareses, no coração da Gândara, têm tentado conhecer-se a si próprios, compreender e explicar o seu Passado e o seu Presente, para construírem o seu Futuro..

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X Encontro de Embarcacións Tradicionais Carril - 2011

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X Encontro de Embarcacións Tradicionais Carril - 2011

De 30 de Junho a 3 de Julho

Os Encontros de Embarcacións Tradicionais de Galicia é a actividade máis senlleira organizada pola Federación Galega pola Cultura Marítima e Fluvial (FGCMF). En 2011 chegarán a  súa décima edición. Os Encontros constitúen a gran festa da cultura do mar de Galicia.

Cada dous anos reúnense nunha vila mariñeira galega embarcacións tradicionais e tripulacións chegadas de toda a comunidade e doutros portos peninsulares e europeos para celebraren unha gran xuntanza festiva, de exhibición e reivindicación do patrimonio marítimo.

O primeiro Encontro celebrouse en Ribeira (1993), aos que lle seguiron Coruxo (1995), O Grove (1997), Rianxo (1999), Poio (2001), Illa de Arousa (2003), Cambados (2005), Ferrol (2007) e Muros (2009), ata chegar a este décimo que terá lugar en Carril en 2011.

As actividades de lecer acompañanse durante estes días de xornadas técnicas sobre distintas facetas e posibilidades do patrimonio, así como obradoiros, exposicións e un sinfín de actividades en torno ao mar e a súa cultura.

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Galeria de imagens - X Encontro de Embarcacións Tradicionais Carril - 2011

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X Encontro de Embarcacións Tradicionais Carril - 2011

De 30 de Junho a 3 de Julho

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Ria de Aveiro: Regata de moliceiros com programa de três dias

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A tradicional regata de moliceiros, em Julho, vai ter este ano, pela primeira vez, um programa de actividades mais alargado, com três dias.

13 barcos típicos da ria desfilaram na edição de 2010, número que tem vindo a baixar mas se espera, no mínimo, repetir no próximo mês.
Assinalam o 26º ano sobre a primeira regata, a principal do género na ria.
A organização, a cargo da Câmara de Aveiro Associação dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro (AARBM), não esmorece, tanto mais que a edição de 2011 tem honras de integrar o programa nacional de eventos regionais seleccionado para um restrito grupo pelo Turismo de Portugal.
Para além da sempre muito disputada regata, entre a Torreira (Murtosa) e o canal central, na cidade de Aveiro, os três dias (1 a 3 de Julho) vão ter uma "aposta cultural".
Uma mesa redonda com entidades, de todo o País, que se dedicam à preservação de embarcações tradicionais enquanto património português é um dos motivos de maior interesse.
No plano gastronómico, a organização anuncia uma mostra de caldeiradas, onde a par da típica botadela de Aveiro, será confeccionada a caldeira à fragateira, do Tejo. 
Entre outras actividades relacionadas com os moliceiros, faz parte o concurso de painéis e a corrida de bateiras, no canal central.
Estarão ainda patentes exposições de artefactos e de barcos em miniaturas.
"São três dias de memórias, para reviver, mas também de pensar no moliceiro como um sonho de futuro", disse Manuel Augusto Oliveira, da AARBM.

Fonte -> | Notícias de Aveiro ->

 


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