Jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar

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Jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar
16 de Novembro de 2011 (4.ª feira), 10h30

O Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa tem a honra de convidar V. Ex.ª e sua Ex.ma Família para participarem na jornada comemorativa do Dia Nacional do Mar sob o tema “Dos Mares, dos Estuários e dos Rios: Por uma Perceção Plural das suas Culturas”, organizada pela Secção de Geografia dos Oceanos, a realizar na sua sede em 16 de Novembro de 2011.

Ver cartaz aqui | Ver Programa completo aqui


Programa

8 de Novembro
Inauguração da exposição “Embarcações Tradicionais Portuguesas – Arte & Engenho”, no átrio da Sociedade de Geografia de Lisboa, até ao dia 25 de Novembro

16 de Novembro

- 10h00 às 17h00: Aposição do carimbo comemorativo do Dia Nacional do Mar
- 14h00: No átrio, breve explicação sobre “A exposição Embarcações Tradicionais Portuguesas – Arte & Engenho e o Projeto DORNA”
- 14h30 às 17h00: Mesa-redonda sobre o tema “Dos Mares, dos Estuários e dos Rios: Por uma Perceção Plural das suas Culturas”
- 17h30: Sessão solene

Enquadramento

Em 2011, a Sociedade de Geografia de Lisboa por intermédio da sua Secção de Geografia dos Oceanos está a dar continuidade às Jornadas “A Sociedade Civil e o Mar” iniciadas em 1999 com a finalidade de contribuir para a consciencialização pública relativamente à importância dos oceanos e das zonas costeiras, em termos dos valores que representam e dos riscos que enfrentam.

Na comemoração do Dia Nacional do Mar de 2011 decidiu propor à Sociedade Portuguesa o tema “Dos Mares, dos Estuários e dos Rios: Por uma Perceção Plural das suas Culturas”, na sequência da deliberação tomada no 2.º Encontro da Rede Nacional da Cultura do Mar, realizado na Póvoa de Varzim em 2 de Setembro findo, que passou a designar aquela Rede por Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios.

A Mesa-redonda tem por finalidade lançar o debate no âmbito da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios sobre uma perceção plural das culturas marítimas, estuarinas e lagunares e fluviais, elegendo a bateira, embarcação originária da Ria de Aveiro, como instrumento de trabalho de comunidades piscatórias/agrícolas que navegaram ao longo da costa até ao estuário do Tejo (para a pesca do sável) e do Sado; e que a partir da Praia de Leiria demandaram por via terrestre o curso médio do Tejo (os avieiros). São conhecidos relatos dessa migração costeira na Ericeira, com naufrágios na tentativa de dobrar o cabo da Roca e que face à abundância de peixe nos mares ericeirenses a eles retornavam a partir do estuário do Tejo, entrando em conflito com os pescadores locais. A bateira é o símbolo desta jornada comemorativa, representada no cartaz do Dia Nacional do Mar, no carimbo comemorativo e no projeto da medalha comemorativa.